De rosa só a demora para desabrochar, só a beleza de vislumbrar, de resto só pode ser grama.
Pise, arranque, chute e ela vai crescer denovo, vai retornar, e toma o campo, toma o quintal, toma a vida. Rosa enfeita, embeleza, mas só ali onde ela se encontra, naquele ponto; grama só é bela quando invade, e se torna a dona do campo, acaba sendo o sinal da vida, abundante...
Por isso só pode ser grama, viva, grande e bela. Aliás grama não, gramas, muitas grama, a imgem pode não parecer das mais belas, porém são as gramas que testemunham os momentos felizes da vida, sejam esportivos ou afetivos, é ali, na grama que nos fazemos felizes. E é sempre assim que nem grama, verde e forte. E ainda que seja pisada renascerá, ainda que aprarentemente arranquem sua raiz, basta um único pedacinho para que ela se torne, novamente a dona do campo, a dona da vida, a dona de tudo e crescerá pelos poros, pela pela, por tudo que há em mim há de ter sempre... como grama...
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