segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Ao teto

Voa alma, heroína, vai! Para o céu e avante
Já não há mais azul que te limite, mais alto, vai
Não para ninguém, por você mesma, sobe
Encara tuas chagas, eleve-se além delas e toca onde ainda não esteves
E, se no negro teto chegares e nada ali encontar
Volta feliz, realizada, pois não haverá sido em vão
No vazio de alvos é que tua chegada era finita
Seguistes teu caminho
Eu te libero de qualquer chão
Deixo-te no ar subir é contigo por isso contrói e destrói, mas sobe, sobe, sobe

Um comentário:

Anônimo disse...

Que lindo meu amor..
Adorei!!!
Bjos