quarta-feira, 4 de junho de 2008

palavras...

tão soberbas, elas que pensam poder codificar sentimentos, sensações. Ignorantes os que pensam poder dizer... podem, no máximo, intuir, intuir sentimento, e aprisioná-los nestes códigos, traços desenvolvidos para imprimir o que a boca fala, o que o cérebro cria, seria o falar poético mais puro? Seria o não-dizer o segredo para o bem-expressar? Quem há de saber?

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